Poster
POSTER: Dia 24, Atividade 20, Espaço TA, horário com a presença do autor: 17:45 - 18:45
01 - Autor(a) responsável: Daiana Cristiane Bielski; Co-autora: Eliana Piccoli Zordan
Instituição de origem: URI – Erechim
TÍTULO: Término do relacionamento amoroso: sentimentos predominantes em adultos jovens
O relacionamento amoroso é compreendido como um fenômeno afetivo social que abrange os sentimentos e os processos de comunicação envolvidos na dinâmica das relações amorosas. A literatura aponta que o fim de um relacionamento amoroso pode suscitar mobilização emocional intensa, pois envolve mudanças e exige uma reorganização interna e/ou externa. Também pode provocar um processo de luto, como uma resposta natural e esperada após uma perda importante. Esta investigação teve como objetivo conhecer os sentimentos predominantes nos adultos jovens ao terminarem o relacionamento amoroso. Participaram 30 pessoas, 13 homens e 17 mulheres, entre 20 a 25 anos, residentes num município do interior do Rio Grande do Sul, Brasil. O instrumento utilizado foi a Escala de Vivência de Sentimentos Após o Término de Relacionamentos Afetivos, composta por 37 questões, oito relacionadas a sentimentos positivos e as outras 29 relacionadas a sentimentos negativos, nas quais o participante deveria pontuar em uma escala Likert de cinco pontos. A análise dos dados seguiu as instruções dos autores da Escala. Os resultados indicam que houve uma predominância de sentimentos positivos após o término do relacionamento amoroso, tanto para homens como para as mulheres, embora em intensidades diferentes. As mulheres atingiram níveis maiores de sentimentos negativos quando comparadas aos homens, o que indica um maior sofrimento por parte delas. Já os homens tendem a vivenciar o sofrimento de maneira mais discreta, comportando-se e manifestando seus sentimentos de forma cordata.
Palavras-chave: relacionamento amoroso: término; sentimentos predominantes; adultos jovens.
Mini currículo:
Daiana Cristiane Bielski Acadêmica do Curso de Psicologia da URI – Erechim
Eliana Piccoli Zordan Psicóloga, Doutora em Psicologia pela PUC – RS, Terapeuta Sistêmica pela Clínica Prontamente, Professora e Supervisora de Estágios do Curso de Psicologia da URI – Erechim.
Institución de origen: URI – Erechim
TÍTULO: Fin del relacionamiento amoroso: sentimientos predominantes en adultos jóvenes
El relacionamiento amoroso es comprendido como un fenómeno afectivo social que abarca los sentimientos y los procesos de comunicación envueltos en la dinámica de las relaciones amorosas. La literatura apunta que el fin de un relacionamiento amoroso puede causar movilización emocional intensa, pues envuelve cambios y exige una reorganización interna y/o externa. También puede provocar un proceso de luto, como una respuesta natural y esperada después de una pérdida importante. Esta investigación tuvo como objetivo conocer los sentimientos predominantes en los adultos jóvenes al terminar el relacionamiento amoroso. Participaron 30 personas, 13 hombres y 17 mujeres, entre 20 a 25 años, residentes en un municipio del interior de Rio Grande do Sul, Brasil. El instrumento utilizado fue la Escala de Vivencia de Sentimientos Después del Fin de Relacionamientos Afectivos, compuesta por 37 preguntas, ocho relacionadas a los sentimientos positivos y las otras 29 relacionadas a los sentimientos negativos, en las cuales el participante debería puntuar en una escala Likert de cinco puntos. El análisis de los dados siguió las instrucciones de los autores de la Escala. Los resultados indican que hubo una predominancia de sentimientos positivos después del fin del relacionamiento amoroso, tanto para hombres como para las mujeres, aunque con intensidades diferentes. Las mujeres alcanzaron niveles mayores de sentimientos negativos cuando comparadas a los hombres, lo cual que indica un mayor sufrimiento por parte de ellas. Ya los hombres tienden a vivenciar el sufrimiento de una manera más discreta, comportándose y manifestando sus sentimientos de una forma cordata.
Palabras claves: relacionamiento amoroso: fin; sentimientos predominantes; adultos jóvenes.
Mini currículo:
Daiana Cristiane Bielski Académica del Curso de Psicología de la URI – Erechim
Eliana Piccoli Zordan Psicóloga, Doctora en Psicología por la PUC – RS, Terapeuta Sistémica por la Clínica Prontamente, Profesora y Supervisora de Prácticas del Curso de Psicología de la URI – Erechim.
02 - Autror(a) responsável: Aline de Souza MAIA; Renato Alves QUINTO, Reginandréa Gomes VICENTE (supervisora).
Instituição de origem: Universidade Paulista- SP- Brasil.
TÍTULO: Atendimento psicológico no âmbito judiciário: um estudo de caso
O presente trabalho apresenta uma experiência de estágio em psicologia jurídica. Tem-se como objetivo discutir a atuação do estagiário junto a uma equipe de mediação criminal e refletir sobre o papel da psicologia neste setor. Este trabalho analisa um atendimento psicológico realizado a partir da perspectiva sistêmico-construtivista e dos aportes da psicologia jurídica. Os dados foram obtidos através de 17 sessões semanais de 50 minutos cada, durante as quais utilizou-se de estratégias como: técnicas de comunicação e escuta ativa, perguntas reflexivas, uso das tarefas, entrevista com familiares, conhecimento de sua rede social e incentivo a apropriação da história de vida, propiciando a possibilidade de ressignificação. A queixa apresentada pela paciente refere-se à agressão física e psicológica sofrida pela família próxima e pelo distanciamento desta. Os resultados indicaram que existiam muitos conflitos na família e que usavam o recurso da violência como uma forma de comunicação; as fronteiras entre os subsistemas familiares eram difusas. Pôde-se perceber significativas mudanças a partir dos atendimentos à medida que foram desconstruídas as narrativas disfuncionais, rígidas e polarizadas. A paciente teve a oportunidade de observar o seu funcionamento e construir padrões de relacionamento mais funcionais. Concluímos que o trabalho com a desconstrução do papel do paciente identificado pode ser um meio de transformação das relações familiares. Tal experiência evidencia que diante de uma sociedade marcada pela desigualdade social e acesso restrito aos serviços institucionais que promovem justiça, proteção e bem estar ao cidadão, o Psicólogo deve encontrar alternativas transformadoras de atuação junto à sociedade.
Palavras-Chave: formação profissional; psicologia jurídica; mediação; atendimento psicológico breve.
TÍTULO: atendimiento psicológico en el ambito judicial: un estudio de caso
El presente artículo presenta una experiencia de pasantía en psicología jurídica. El principal objetivo consiste en discutir la actuación del pasante junto a un equipo de mediación criminal y reflexionar al respecto del papel de la psicología dentro de este sector. Este tabajo analiza un atendimiento psicológico realizado a partir de la perspectiva sistémico constructivista y de los aportes de la psicología jurídica. Los datos se obtuvieron a través de 17 sesiones semanales de 50 minutos de duración cada una, durante las cuales se utilizaron estrategias como: técnicas de comunicación y escucha activa, preguntas reflexivas, uso de tareas, entrevista con familiares, conocimiento de la red social e incentivo a la apropiación de la historia de vida, proporcionando la posibilidad de resignificación. La queja presentada por la paciente gira en torno a la agresión física y psicológica sufrida dentro del propio seno familiar y del alejamiento de la familia. Los resultados indicaron que existían muchos conflictos en la familia, que utilizaba el recurso de la violencia como una manera de comunicación; las fronteras entre los subsistemas familiares eran considerablemente indefinidas. Se percibieron cambios significativos a partir de los atendimientos a medida que se fueron desconstruyendo las narrativas disfuncionales, rígidas y polariadas. La paciente tuvo la oportunidad de observar su funcionamiento y de construir modos de relación más funcionales. Concluimos que el trabajo con la desconstrucción del papel del paciente identificado puede ser un medio de transformación de las relaciones familiares. Tal experiencia hace explícito que delante de la sociedad marcada por la desigualdad social y el acceso restringido a los servicios institucionales que promueven la justicia, protección y bien estar al ciudadano, el Psicólogo debe encontrar alternativas transformadoras de actuación junto a la sociedad.
Palabras Clave: Formación profesional; psicología jurídica; mediación; atendimiento psicológico breve.
Mini currículo:
Reginandréa Gomes Vicente, CRP06/44060-6, psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) em dezembro de 1993, com mestrado em Psicologia Clínica (Núcleo de Família e Comunidade), pela mesma Universidade, em 1999. Tem especialização em Mediação Familiar e em Situações de Violência com formação pelo Instituto Diálogos-Bilden-Entidad/Argentina, em 2000. Professora-adjunta na Universidade Paulista (UNIP) e Supervisora no Centro de Psicologia Aplicada (CPA-UNIP); Membro do Grupo de Pesquisa Relacionamentos interpessoais e familiares na contemporaneidade (UNIP- CNPQ); da RIMI (Rede Internacional de Mediação Interdisciplinar), como associada e docente e do Grupo IPE (Intervenções Psicológicas em Emergências) desde 2001. Atua como psicóloga clínica em consultório particular.
Aline de Souza Maia, CRP 06/124623, psicóloga formada pela Universidade Paulista (UNIP/SP) em dezembro de 2014. Membro do grupo RIMI (Rede Internacional de Mediação Interdisciplinar), como voluntária. Atua como psicóloga em consultório particular.
Renato Alves Quinto, estudante do décimo semestre de psicologia da Universidade Paulista.
03 - Autror(a) responsável: Irma Oliveira Leite Bulcão; Rosangela Silva Freitas; Fernanda Blanco Vidal (Supervisora)
Instituição de origem: Faculdade São Bento da Bahia
TÍTULO: Grupo de Acolhimento: Prazer em Conhecer-se
Esta atividade é resultado de um trabalho pioneiro de atendimento em grupo no Serviço de Psicologia da Faculdade São Bento da Bahia e da experiência das alunas neste Serviço, que, a partir das vivências em acolhimento individual, perceberam a importância desse espaço para tentar suprir a demanda do acolhimento aos usuários na “sala de espera”, período aguardado pelo usuário desde a acolhida inicial à sua psicoterapia. Esse tempo mostrou-se longo para a necessidade do cliente, diante da pouca oferta de estagiários. Criou-se, então, um espaço de acolhimento grupal, de caráter misto, objetivando proporcionar escuta qualificada frente às demandas; oportunizar a troca de vivências e saberes, facultada no fortalecimento de vínculo mútuo através da solidariedade. No decorrer das atividades, no entanto, o grupo foi se revelando com características próprias, passando a constituir-se num grupo terapêutico regular, com atendimento a mulheres na maturidade apresentando questões de relacionamento familiar. Assim, o encontro em grupo foi um porto onde as inseguranças das participantes puderam ser acolhidas e um trampolim para o trabalho desenvolvido com grupos. O porto firmou-se e uma frase de uma das participantes do grupo marca este porto: “Aqui neste lugar estou começando a perceber as coisas de maneira melhor, com a ajuda de todas vocês do grupo”.
TÍTULO: Encantado de conocerse a sí mismo
Esta actividad es el resultado de un grupo pionero de trabajo en la asistencia en el Departamento de Psicología de la Facultad de São Bento da Bahia y de dos estudiantes, que a partir de las experiencias en atención individual, dieron cuenta de la importancia de este espacio para tratar de satisfacer la demanda de los usuarios en la "sala de espera", período esperado de usuarios desde la bienvenida inicial a su psicoterapia. Esta vez resultó ser mucho en la necesidad del cliente, teniendo en cuenta la escasez de alumnos. Se creó entonces un grupo, de carácter mixto, con el objetivo de proporcionar frontal cualificado escuchando las demandas; crear oportunidades para el intercambio de experiencias y conocimientos y el fortalecimiento de los lazos mutuos a través de la solidaridad. Durante las actividades, sin embargo, el grupo se estaba desarrollando con sus propias características y va a constituir una terapia de grupo regular, en atención a las mujeres en la madurez con problemas de relación familiar. Por lo tanto, la reunión del grupo era un puerto donde las inseguridades de los participantes podrían ser bienvenidas y un trampolín para trabajar con grupos. El puerto se ha consolidado en frase representante de uno de los participantes del grupo. “Aquí, en este lugar estoy empezando a ver las cosas de una mejor manera con la ayuda de todos ustedes”.
Mini currículo:
Irma Oliveira Leite Bulcão Professora, Graduanda em Psicologia pela Faculdade São Bento da Bahia; Graduada em Filosofia pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL); Especialização em Metodologia do Ensino Superior pela Faculdade de Educação da Bahia, Salvador/BA; Formação em Ensino da História e Cultura Afro-brasileiras pelo Centro de Estudos Afro-Orientais (UFBA); Formação em Danças Circulares Sagradas / Um Caminho de Educação e Cura – Salvador/BA; Formação em Análise Transacional 202 – Salvador/BA.
Rosangela Silva Freitas Graduanda em Psicologia pela Faculdade São Bento da Bahia; Pedagoga formada pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL); Especialista em Psicologia Organizacional com Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Salvador (UNIFACS); Pós-graduada em Psicopedagogia Aplicada ao Desenvolvimento de Recursos Humanos – Faculdades Integradas Olga Mettig; Formação de Grupo Multirreferencial-LM Desenvolvimento; Cofundadora do Centro de Desenvolvimento Humano e Social – CreSER.
Fernanda Blanco Vidal (Co-autora): Psicóloga formada pela Universidade Federal da Bahia(UFBA); Mestre em Ciências Sociais pela UFBA; Coordenadora e Professora do Curso de Psicologia da Faculdade São Bento da Bahia; Professora do Curso de Psicologia da União Metropolitana de Educação e Cultura ( Unime). Autora do livro Saudades sim, tristeza não – Psicologia, memória social e de descolamentos forçados.
04 - Autror(a) responsável: Sara de Lima Augustin; Co-autores: Thaís Gonçalves Almeida; Bruna Larissa Seibel; Carmen Fernandes; Silvia Helena Koller; Olga Falceto
Instituição de origem: INFAPA, CEP-RUA
TÍTULO: Estudo Longitudinal Sobre Mudanças na Configuração Familiar de uma Amostra Representativa
Este trabalho apresenta resultados preliminares de uma pesquisa longitudinal realizada com famílias residentes na cidade de Porto Alegre. OBJETIVO: verificar mudanças na configuração destas famílias ao longo do desenvolvimento da criança. MÉTODO: A amostra é representativa das famílias do bairro de Porto Alegre. Foram realizadas quatro coletas de dados. Para esta apresentação, serão considerados dados dos tempos inicial e de desfecho. RESULTADOS: Foram realizadas análises descritivas e testes qui-quadrado associando presença ou ausência de companheiro da mãe, número de familiares e número de filhos. A configuração familiar considerou dois aspectos: monoparentalidade X biparentalidade; e família nuclear X família extensa. No primeiro tempo de coleta (n=148), 79,7% cuidadores principais tinham companheiro(a). Quanto à configuração familiar do primeiro tempo, 64,2% famílias consideradas nucleares. Já no quarto tempo de coleta (n=111), 72% famílias eram biparentais e 68,5% configuravam-se famílias nucleares. Verificou-se que, no primeiro tempo de análise, 72,9% das famílias biparentais eram nucleares, enquanto 70% das famílias monoparentais eram extensas. Já no tempo quatro, 78,7% das famílias biparentais eram nucleares, enquanto 58,1% das famílias monoparentais eram extensas. Além disso, 42,1% das famílias com configuração extensa no primeiro tempo tornaram-se nucleares no tempo de desfecho. CONCLUSÃO: Os resultados indicam que famílias monoparentais apresentaram tendência a viverem com suas famílias extensas. Famílias biparentais configuraram-se como famílias nucleares. Contudo, os resultados indicaram que, tanto para famílias monoparentais quanto para biparentais, houve redução do número de famílias extensas. Isso pode indicar que, com o desenvolvimento dos membros, as famílias tendem a buscar independência como família nuclear.
Palavras-chave: Família; Configuração Familiar; Estudo Longitudinal
Mini currículo:
Sara de Lima Augustin: Graduanda em psicologia pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, cursando o sétimo semestre deste curso. Faz parte do programa de Iniciação Científca vinculada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participa da Pesquisa Longitudinal na Vila Jardim de Porto Alegre coordenada pela Doutora Olga Falceto.
Título: Estudo Longitudinal Sobre Mudanças na Configuração Familiar de uma Amostra Representativa
Este trabajo presenta resultados iniciales de una investigación de corte longitudinal, realizada con familias que viven en la ciudad de Porto Alegre. OBJETIVO: verificar los cambios en la configuración de estas familias a lo largo del desarrollo del niño. MÉTODO: la muestra es representativa respecto a las familias que residen en ese barrio, en Porto Alegre. Se realizaron cuatro recolectas de datos. Para esta presentación, serán considerados los datos del momento inicial y de cierre. RESULTADOS: se realizaron análisis descriptivos y test de chi-cuadrado, correlacionando la presencia o ausencia del compañero de la madre, número de familiares y número de hijos. Para la configuración familiar se consideraron dos aspectos: monoparentalidad vs. biparentalidad; y familia nuclear vs. familia extensa. En el primer corte de recolecta (n=148), 79,7% de los cuidadores principales tenían compañero(a). Con relación a la configuración familiar del primer corte, 64,2% de las familias fueron consideradas nucleares. En el último corte (n=111) 72% de las familias era biparental y 68,5% nucleares. Se verificó que en el primer momento del análisis, 72,9% de las familias biparentales eran nucleares, mientras que 70% de las familias monoparentales eran extensas. Además, 42,1% de las familias con configuración extensa en el primer momento, se volvieron nucleares en el momento del cierre. CONCLUSIÓN: Los resultados indican que familias monoparentales presentan tendencia a vivir junto a sus familias extensas. Las familias biparentales se configuran como familias nucleares. A pesar de ello, los resultados indican que tanto para las familias monoparentales, cuanto para las biparentales, hubo reducción en el número de familias extensas. Esto puede indicar que con el desarrollo de sus miembros, las familias tienden a buscar independencia como familia nuclear.
Palabras-clave: Familia, Configuración familiar; estudio Longitudinal
Mini currículo:
Sara de Lima Augustin: Estudiante de séptimo semestre de Psicología en la universidad Federal de Ciencias de la Salud de porto Alegre. Hace parte del programa de Iniciación científica vinculada a la Universidad Federal de Rio Grande del Sur. Participa en la investigación longitudinal en Vila Jardim de Porto Alegre, coordenada por la doctora Olga Falceto.
05 - Autror(a) responsável: Yohana Lucas Souza; Co-autores: Fernanda Ribeiro Pazetto; Camila Aparecida Peres Borges; Cibele Alves Chapadeiro.
Instituição de origem: Universidade Federal do Triângulo Mineiro- UFTM
TÍTULO: Álcool, família e religiosidade de usuários de unidades básicas de saúde de UBERABA-MG.
A família participa tanto na proteção como no aparecimento de problemas de saúde de seus membros, como o abuso de álcool, pois é responsável pela transmissão de valores, regras, costumes, ideais, além de modelos e padrões de comportamento transgeracionais. O objetivo deste trabalho foi caracterizar os usuários de três unidades de saúde de Uberaba- MG, quanto ao uso de álcool, estrutura familiar e religiosidade, relacionando-os entre si. Os usuários foram contatados nas unidades de saúde e solicitados a realizar avaliação do seu uso de álcool através do AUDIT. Foram contatados 309 usuários, 266 mulheres e 43 homens, entre 18 e 90 anos. De acordo com a classificação do AUDIT, 67,0% das pessoas eram abstinentes e 33,0% eram usuárias de álcool. Esses consumidores classificaram-se em uso de Baixo Risco (56,0%), Risco (28,0%), Alto Risco (3,0%) e Provável Dependência (13,0%). Dos que consumiam, a maioria morava com a família nuclear (75,0%), 18,0% com a família extensa e apenas 7,0% sozinhos. Apenas 7,0% dos consumidores de álcool não referiram ter uma religião. A pesquisa indicou que, nesta amostra, a religião não protege a maioria dos usuários do consumo de álcool, incluindo os de baixo risco, exceto os totalmente abstêmios. Também os consumidores estão em convivência com a família nuclear, o que sugere tolerância ou até mesmo apoio ao consumo. A pesquisa possibilita a reflexão sobre o papel da família e da religião no consumo do álcool.
Palavras chave: álcool – família – religiosidade
Mini currículo:
Yohana Lucas Souza: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Fernanda Ribeiro Pazetto: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Camila Aparecida Peres Borges: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Cibele Alves Chapadeiro: Professor doutor do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Realiza e orienta trabalhos de extensão e pesquisa na Abordagem Sistêmica de Família com problemas crônicos de saúde.
TÍTULO: Alcohol, familia y religiosidade de usuarios de unidades básicas de salud de UBERABA-MG.
La familia participa tanto en la protección como en la aparición de problemas de salud de sus miembros, como el abuso de alcohol, pues es responsable por la transmisión de valores, reglas, costumbres, ideales, además de plantillas y patrones de comportamiento transgeracionais. El objetivo de este trabajo fue caracterizar los usuarios de tres unidades de salud de Uberaba- MG, en cuanto al uso de alcohol, estructura familiar y religiosidad, relacionándolos entre sí. Los usuarios fueron contactados en las unidades de salud y solicitados a realizar evaluación de su uso de alcohol a través del AUDIT. Fueron contactados 309 usuarios, 266 mujeres y 43 hombres, entre 18 y 90 años. En consonancia con la clasificación del AUDIT, 67,0% de las personas eran abstinentes y 33,0% eran usuarias de alcohol. Esos consumidores se clasificaron en uso de Bajo Riesgo (56,0%), Riesgo (28,0%), Alto Riesgo (3,0%) y Probable Dependencia (13,0%). De los que consumían, la mayoría vivía con la familia nuclear (75,0%), 18,0% con la familia extensa y sólo 7,0% solos. Sólo 7,0% de los consumidores de alcohol no refirieron tener una religión. La investigación indicó que, en esta muestra, la religión no protege la mayoría de los usuarios del consumo de alcohol, incluyendo los de bajo riesgo, excepto los totalmente abstemios. También los consumidores están en convivencia con la familia nuclear, lo que sugiere tolerancia o incluso apoyo al consumo. La investigación posibilita la reflexión sobre el papel de la familia y de la religión en el consumo del alcohol.
Palavras clave: alcohol – familia – religiosidad
Mini currículo:
Yohana Lucas Souza: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Fernanda Ribeiro Pazetto: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Camila Aparecida Peres Borges: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Cibele Alves Chapadeiro: Profesor doctor del Curso de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba- MG. Realiza y orienta trabajos de Extensión e investigación en el Abordaje Sistémico de Familia con problemas crónicos de salud.
06 - Autror(a) responsável: Eulàlia Sabater Puig
Instituição de origem: Servei d’Addiccions i Salut Mental. HUSJ Reus . Catalunya (España)
TÍTULO: Exploración Transgeneraciona
Desde el modelo sistémico, paradigma identificado como marco teórico en las Intervenciones Terapéuticas de aquellas personas que presentan una problemática relacionada con consumo de sustancias psicotropas, centramos el abordaje terapéutico del individuo, como integrante de un sistema establecido (familia) quien se confiere interrelacional y jerárquicamente con todos y cada uno de los miembros desde un tipo y nivel comunicativos que determinaran su funcionalidad. Y que será, además, básico en el proceso de individuación y posterior independización de los sujetos. Los vínculos constituyen el principal recurso terapéutico. La conjunción relacional representa un elemento básico en la intervención terapéutica. Cuando un individuo presenta una afección de la salud mental – y la problemática derivada del cosumo de sustancias no deja de ser un trastorno de salud mental, lo valoramos, des la perspectiva sistémica como la manifestación de una alteración que incluye a todo el grupo relacional al cual pertenece el individuo afectado, y que, desde la orientación transgeneracional se erige como portavoz de un Estancamiento Relacional de la familia. Es necesaria la exploración de los vínculos y relaciones verticales con el objetivo de comprender la situación relacional actual, a la vez que devengan recursos que posibiliten el cambio a una función relacional más favorable para todos y cada uno de los miembros.
Mini currículo:
Licenciada en Medicina y Cirugia General por la Universidad de Barcelona, 1984. Especialidad Medicina Interna, 2003. Diploma de Especialización en Terapia Familiar, Universidad de Desuto, 2008. Titulo de Psicoterapeuta Familiar y de Pareja, Universidad de Deusto, 2014. Trabajo en el Servei d Adiccions i Salut Mental de l’ Hospital Universitari de Sant Joan de Reus (Tarragona/ Catalunya) desde 1999
07 - Autror(a) responsável: Yohana Lucas Souza; Co-autores: Fernanda Ribeiro Pazetto; Ariane da Cunha Oliveira; Tatiane Santana Prado Ferraresi; Cibele Alves Chapadeiro.
Instituição de origem: UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO- UFTM
TÍTULO: Leucemia: relacionamentos familiares e conjugais.
O sistema familiar influencia e é influenciado pela doença de um de seus membros. Assim, deve-se compreender a doença de um membro da família dentro das suas dinâmicas familiares, segundo a perspectiva sistêmica de famílias. Pacientes com leucemia, por exemplo, podem ter sua doença compreendida do ponto de vista de sua história familiar e conjugal.O objetivo deste estudo foi descrever elementos da história familiar e conjugal de uma paciente em tratamento quimioterápico para leucemia e as intervenções psicológicas realizadas. oram realizados atendimentos psicológicos semanais com a paciente, 55 anos, em separação conjugal há sete anos, na Central de Quimioterapia do HC da UFTM, em que se levantou as dinâmicas relacionais familiares e conjugais que antecederam e/ou acompanharam seu adoecimento, sendo realizadas intervenções. Verificou-se que o divórcio antecedeu o processo de adoecimento, entretanto, as questões legais da separação perduravam até a realização do atendimento. A história conjugal revelou a ocorrência de várias relações extraconjugais do então cônjuge, sentindo-se traída por ele e por parte da família que mantinha relacionamento com ele. Verificou-se baixa auto estima, dificuldades de engajar em novos relacionamentos amorosos e isolamento dos parentes. As intervenções realizadas se relacionaram à elaboração de perda e do perdão, assim como a percepção da corresponsabilidade na conjugalidade. A paciente relatou reaproximação com parentes e realizou iniciativas com novos relacionamentos amorosos, assim como maior disposição para o enfrentamento da doença. O enfrentamento das dificuldades relacionais da paciente com leucemia teve consequências positivas para o seu tratamento e saúde.
Palavras chave: leucemia – família - casal
Mini currículo:
Yohana Lucas Souza: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Fernanda Ribeiro Pazetto: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Ariane da Cunha Oliveira: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Tatiane Santana Prado Ferraresi: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Cibele Alves Chapadeiro: Professor doutor do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Realiza e orienta trabalhos de extensão e pesquisa na Abordagem Sistêmica de Família com problemas crônicos de saúde.
Título: Leucemia: relacionamientos familiares y conyugais
El sistema familiar influencia y es influenciado por la enfermedad de uno de sus miembros. Por lo tanto, debemos entender la enfermedad de un miembro de la familia dentro de sus dinámicas familiares, según la perspectiva sistémica de las familias. Los pacientes con leucemia, por ejemplo, pueden tener una enfermedad entendida desde el punto de vista de su historia familiar e conyugal. El objetivo de este estudio fue describir los elementos de historia de la familia y matrimonio de una paciente sometido a quimioterapia para la leucemia y las intervenciones psicológicas. Se realizaron visitas semanales psicológicas con la paciente, de 55 años, en separación conyugal hace siete años, en el Centro de la Quimioterapia del HC de la UFTM, en la que surgieron las dinámicas relacionales familiares y cónyuge que antecederán y/o acompañaron su adoecimento, siendo realizadas intervenciones. Se verificó que el divorcio antecedeu el proceso de adoecimento, sin embargo, las cuestiones legales de la separación perduraban hasta la realización de la atención. La historia conyugal reveló la presencia de varias relaciones extramaritales del entonces cónyuge, sintiéndose traicionada por él y por parte de la familia que mantenía relación con él. Se verificó baja auto estima, dificultades de engajar en nuevos relacionamientos amorosos y aislamiento de sus familiares. Las intervenciones realizadas se relacionaron a la elaboración de pérdida y del perdón, así como la percepción de la corresponsabilidad en conyugalidad. La paciente relató reaproximación con los familiares y realizó iniciativas con nuevos relacionamientos amorosos, así como mayor disposición para el enfrentamiento de la enfermedad. El enfrentamiento de las dificultades relacionales de la paciente con leucemia tuvo consecuencias positivas para su tratamiento y salud.
Palavras chave: leucemia – família - pareja
Mini currículo:
Yohana Lucas Souza:Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Fernanda Ribeiro Pazetto: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Ariane da Cunha Oliveira: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Tatiane Santana Prado Ferraresi: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Cibele Alves Chapadeiro: Profesor doctor del Curso de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba- MG. Realiza y orienta trabajos de Extensión e investigación en el Abordaje Sistémico de Familia con problemas crónicos de salud.
POSTER: Dia 26, Atividade 72, Espaço TA, horário com a presença do autor:17:45 - 18:40
01 - Autror(a) responsável: Ana Laura Schliemann Co-autor: Giovana Sanches Cunha, Juliana Guimarães de Oliveira, Hellen Almeida Proença, Joice Maria Teixeira, Melisa Pereira Gonçalves, Michele Magalhães
Instituição de origem: UNISO
TÍTULO: O que os desenhos Disney e Pixar nos ensinam sobre as relações familiares?
Este projeto é um Projeto de Iniciação Cientifica do curso de Psicologia. Desde o nascimento, a criança inicia suas experimentações no processo de formação de sua personalidade. Há necessidade de uma elaboração cognitiva emocional para o ser humano chegar a entender o funcionamento da sociedade, bem como lidar e conviver com a mesma. Nesse processo atuam os contos de fadas, que desde o começo da humanidade são contados e representados e hoje aparecem nos desenhos animados A riqueza dessas histórias possibilita à criança experienciar, através da fantasia, uma amplitude de conflitos e suas soluções. O objetivo geral do trabalho foi refletir sobre a relação entre os desenhos animados infantis e suas repercussões e colaborações no desenvolvimento emocional das crianças. De forma específica, foram estudados os conceito e tipos de família que aparecem nos desenhos estudados. Utilizou-se do método qualitativo norteado pela revisão bibliográfica e documental pois identificou, analisou e discutiu a filmografia dos desenhos infantis dos estúdios Disney e Pixar dos últimos 10 anos. A análise dos dados utilizou-se da configuração de categorias da literatura exemplificadas pelas cenas dos desenhos. O que se observou é que os desenhos favorecem a identificação e a resolução de conflitos, sugerindo comportamentos, valores e atitudes para os que os assistem portanto desenhos não são ingênuos e inofensivos. Concluiu-se que há uma produção extensa de desenhos que abordam família com diversas configurações, conflitos e tragédias, em como um grande consumo de produtos dos desenhos, acreditando na importância de um olhar técnico sobre os mesmos
Palavras chaves: Criança, Psicologia, Desenhos animados.
Mini currículo:
Ana Laura Schliemann Doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Mestre em Psicologia da Educação pela mesma instituição. Professora dos cursos de saúde e psicologia das universidades PUC/SP e UNISO. Psicóloga clínica. Atua com famílias e casais. Tem publicações na área de família e saúde.
TÍTULO: ¿Qué los dibujos de Disney y Pixar nos enseñan acerca de las relaciones familiares?
Este es un proyecto de investigación científica de Psicología. Desde su nacimiento, el niño comienza sus experimentos en el proceso para la formación de su de personalidad. Existe la necesidad de un desarrollo cognitivo emocional para los seres humanos llegaren a comprender el funcionamiento de la sociedad, así como hacer frente y vivir con ella. En este proceso actúan los cuentos de hadas, que desde el principio de la humanidad se cuentan y son representados y ahora aparecen en los dibujos animados. La riqueza de estas historias permiten que el niño experimente, a través de la fantasía, una amplitud de conflictos y sus soluciones. El objetivo general fue de reflexionar sobre la relación entre la historieta de los niños y sus repercusiones y colaboraciones en el desarrollo emocional de los niños. Específicamente, se han estudiado los tipos de concepto y la familia que aparecen en los diseños estudiados. Se utilizó el método cualitativo guiado por la revisión de la literatura y en el documento pues identifican, analizan y discuten la filmografía de dibujos de Disney y Pixar Studios de los últimos 10 años. En el análisis de los datos fue utilizada la configuración de las categorías de literatura ejemplificados por las escenas de los dibujos. Lo que observamos es que los dibujos favorecen la identificación y resolución de conflictos, sugiriendo comportamientos, valores y actitudes para los que asisten, por lo tanto, los dibujos no son tan ingenuos y sencillos. Se concluyó que hay una extensa producción de dibujos que abordan la familia con diferentes configuraciones, conflictos, tragedias y un gran consumo de los productos de los dibujos, creyendo la importancia de un aspecto técnico en ellos.
Palabras clave: Niño, Psicología, dibujos animados.
Mini currículo:
Ana Laura Schliemann Doctora en Psicología Clínica por la Universidad Católica de São Paulo (PUC – SP) y Máster en Psicología de la Educación de la misma institución. Profesora de los cursos de la salud y de psicología de las universidades PUC - SP y UNISO. Psicóloga clínica, trabaja con familias y parejas. Ha publicado en el ámbito de la familia y la salud.
02 - Autror(a) responsável: Bruna Guadagnin; Co-autora: Eliana Piccoli Zordan
Instituição de origem: URI – Erechim
TÍTULO: Lançando os filhos e seguindo em frente: a saída do(a) filho(a) único(a) para ingressar na universidade
A saída do(a) filho(a) único(a) configura uma crise evolutiva que pode repercutir na parentalidade e na conjugalidade, exigindo, inclusive, reorganização financeira. O casal pode vivenciar perda de afinidade e afastamento ou encontrar novas motivações que fortaleçam a relação. A literatura sugere que as transições apresentam um significado particular para cada família, originando mudanças no indivíduo e no grupo. Nesse sentido, provoca alterações na estrutura e papéis familiares, bem como exige novos mecanismos de enfrentamento. Esta pesquisa exploratória objetiva investigar a repercussão da saída do filho(a) único(a) da casa dos pais para ingressar na Universidade. Os participantes são contatados por conveniência seguindo os critérios: casais em primeira união, residentes na região norte do Rio Grande do Sul, com um(a) filho(a) único(a) que tenha saído de casa para ingressar na Universidade e dependa integralmente dos recursos econômicos dos pais. Os dados são coletados por meio de entrevista semi-estruturada e submetidos à análise de conteúdo. Os resultados iniciais indicam que alguns pais e algumas mães consideram a saída do(a) filho(a) muito importante para o amadurecimento familiar, vinham se preparando para isso, inclusive financeiramente. Além disso, buscaram auxílio da família ampliada e se reaproximaram como casal para favorecer a adaptação do(a) filho(a) e enfrentar outras crises familiares concomitantes. Com a conclusão do estudo, espera-se ampliar os conhecimentos sobre esse estágio do ciclo vital familiar produzindo subsídios para auxiliar casais e famílias nesta etapa de transição.
Palavras-chave: família; filho único; ingresso na universidade.
Mini currículo:
Bruna Guadagnin Acadêmica do Curso de Psicologia da URI – Erechim
Eliana Piccoli Zordan Psicóloga, Doutora em Psicologia pela PUC – RS, Terapeuta Sistêmica pela Clínica Prontamente, Professora e Supervisora de Estágios do Curso de Psicologia da URI – Erechim.
Institución de origen: URI – Erechim
TÍTULO: Lanzando los hijos y siguiendo adelante: la salida del(a) hijo único(a) para ingresar en la universidad.
La salida del(a) hijo(a) único(a) configura una crisis evolutiva que puede repercutir en la parentalidad y la conjugalidad, exigiendo, incluso, reorganización financiera. La pareja podrá vivenciar pierda de afinidad y afastamiento o encontrar nuevas motivaciones que fortalezcan la relación. La literatura sugiere que las transiciones presentan una importancia particular para cada familia, originando cambios en las personas del grupo. En este sentido, provoca alteraciones en la estructura de los papeles familiares, bien como exige nuevos mecanismos de enfrentamiento. Esta pesquisa exploratoria objetiva investigar la repercusión de la salida del hijo(a) único(a) de la casa de los padres para ingresar en Universidad. Los participantes son contactados por conveniencia siguiendo los criterios: parejas en primera unión, residentes en la región norte del Rio Grande do Sur, con uno(a) hijo(a) único(a) que tengan salido de casa para ingresar en la Universidad y necesiten integralmente de los recursos económicos de sus padres. Los datos son colectados por medio de entrevista semiestructurada y sometidos a análisis de contenido. Los resultados iniciales indican que algunos padres y algunas madres consideran la salida del(a) hijo(a) mucho importante para el amadurecimiento familiar y venían preparándose para eso, incluso financieramente. Además, buscaron ayuda de la familia expandida y se reaproximando como pareja para favorecer la adaptación del(a) hijo(a) e enfrentar otras crisis familiares concomitantes. Con la conclusión del estudio, esperase ampliar los conocimientos sobre esa fase del ciclo vital familiar produciendo conocimiento para auxiliar parejas y familias en esta etapa de transición.
Palabras-claves: familia; hijo único; ingreso en la universidad.
Mini currículo:
Bruna Guadagnin Académica del Curso de Psicología de la URI – Erechim
Eliana Piccoli Zordan Psicóloga, Doctora en Psicología por la PUC – RS, Terapeuta Sistémica pela Clínica Prontamente, Profesora y Supervisora de Práticas del Curso de Psicología de la URI – Erechim.
03 - Autror(a) responsável: Igor Nunes Brito; Supervisor: Milena Lisboa
Instituição de origem: Faculdade São Bento da Bahia
TÍTULO: O Acompanhamento Terapêutico como técnica clínica desinstitucionalizante
Este documento apresenta o Acompanhamento Terapêutico conduzido em colaboração com o Departamento de Psicologia da Faculdade de São Bento da Bahia e a Defensoria Pública do Estado. Oferecemos acompanhamento terapêutico como um dispositivo de atenção à saúde mental das pessoas com transtornos mentais graves que estão com sua autonomia reduzida e seus recursos relacionais e institucionais fragilizados. Assim, as famílias buscam o auxílio da Defensoria Pública em momentos em que seu familiar apresente crises públicas e surtos psicológicos, especialmente quando a rede de saúde mental não consegue atendê-los. Trata-se de um serviço com atenção e cuidado ao paciente por meio de visitas domiciliares e da circulação por espaços públicos e privados da cidade. A AT é orientada sobre os princípios fundamentais da clínica ampliada e na construção de um projeto terapêutico focado nas especificidades de cada caso em articulação com a rede pública de saúde e na compreensão e intervenção psicológica, não restrita ao indivíduo, mas especialmente sobre o contexto psicossocial e familiar que o circunda. A proposta deste pôster é expor o serviço de Acompanhamento Terapêutico enquanto instrumento clínico forjado em deslocamentos subjetivos, como modo de enfrentar a institucionalização e a exclusão social da loucura, ainda presentes como demanda da sociedade nos dias de hoje.
Mini currículo: Estou graduando-me em Psicologia pela Faculdade São Bento da Bahia. Trabalho como advogado do Núcleo de Prática Jurídica pela UCSAL - Universidade Católica do Salvador, e sou graduado em Direito pela UFBA - Universidade Federal da Bahia.
TÍTULO: El Acompañamiento Terapéutico como desinstitucionalizante técnica clínica
Este documento presenta el escenario en el Monitoreo Terapéutico efectuado en colaboración con el Departamento de Psicología de la Facultad de São Bento da Bahia y la Defensoría Pública del Estado. Ofrecemos Acompañamiento Terapéutico como dispositivo de atención a la salud mental de personas con trastornos mentales graves y que estén con su autonomía reducida, así como sus recursos relacionales e institucionales muy frágiles. En tanto, las familias buscan la ayuda de la defensa pública en momentos en que la persona presenta crisis psicológicas, especialmente cuando el sistema de salud mental es incapaz de absorberlo. Se trata de un servicio con atención y cuidado a través de visitas domiciliarias y la circulación por los espacios públicos y privados de la ciudad. El AT se guía sobre los principios fundamentales de la clínica expandida y en la construcción de un proyecto terapéutico centrado en las particularidades de cada caso en coordinación con la red de salud pública. La comprensión y la intervención psicológica no se limitan a la persona, pero sobre todo en el contexto psicosocial que lo rodea. El AT se ha presentado como una herramienta clínica desarrollado en desplazamientos subjetivos como una forma de enfrentarse a la institucionalización y la exclusión social de la locura.
Mini currículo: Estoy de graduarse en Psicología de la Facultad de São Bento de Bahía. Trabajando como un abogado del Centro de Práctica Jurídica por UCSAL - Universidad Católica de Salvador, y se licenció en Derecho por la UFBA - Universidad Federal de Bahía.
04 - Autror(a) responsável: Rebeca Orselli Monteir; Co-autor: Danielle Soares Bio, Márcio Gerhardt Soeiro-de-Souza, Ricardo Alberto Moreno, Ana Alexandra Caldas Osóri o
Instituição de origem: Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo- Ipq- HCFMUSP1/ Universidade Presbiteriana Mackenzie
Apoio: FAPESP
TÍTULO: Impacto de traumas na infância na formação da personalidade do paciente com Transtorno Bipolar (TB)
A origem biológica e hereditária dos transtornos de humor está bem determinada. O sistema familiar tem papel fundamental para formação, criação e desenvolvimento para que proporcione vivências indispensáveis para completude dos filhos. Devido à importância que a família tem para sobrevivência e desenvolvimento dos filhos, na medida em que tem um mau funcionamento, pode trazer sérios prejuízos e transtornos para formação da personalidade, podendo despertar ou agravar transtornos mentais. O objetivo foi verificar se há influência do ambiente familiar negativo e de traumas vividos na infância no desenvolvimento da personalidade em pacientes bipolares I. Os instrumentos utilizados foram QUESI (Questionário sobre traumas na infância), Família (FES) e Personalidade (NEO-PI-R). 82 pacientes com transtorno bipolar em eutimia, com idade entre 18 e 40 anos e 128 voluntários saudáveis, entre 18 e 35 anos. O resultado mais significativo foi que os pacientes bipolares sofrem mais traumas. Foi constatado que o ambiente familiar negativo pode causar maiores prejuízos nas crianças, no sentido de os pais são mais negligentes com seus filhos, em relação aos cuidados e tem um controle excessivo com eles.
Palavras-chave: Transtorno Bipolar; Ambiente Familiar; Traumas na Infância; Personalidade
Mini currículo:
Rebeca Orselli Monteiro Estudante do último ano de psicologia na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Acompanhante terapêutica (AT), estagiária no grupo afetivo bipolar (GRUDA), onde realizou a Iniciação Científica com apoio FAPESP e do núcleo forense, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (HCFMUSP) e participa do grupo de dificuldades de aprendizagem na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Danielle Bio Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003), Pós-Graduação em Neuropsicologia pelo Serviço de Psicologia do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2005) e Mestrado em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2010), atuando principalmente nos seguintes temas: terapia, psicoeducação, neuropsicologia, reabilitação, transtorno bipolar e esquizofrenia.
Márcio Gerhardt Soeiro-de-Souza Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (2002), especialista em Psiquiatria (2008). Doutor em ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) (2013). Desenvolve Pós Doutorado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Ricardo Alberto Moreno Possui graduação pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em 1981, completou a Residência Médica em Psiquiatria em 1984 e o Doutorado em Medicina em 1996. Desde 1986 é Médico Assistente contratado pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP. Fundou em 1983 o Grupo de Estudos de Doenças Afetivas (GRUDA) o qual dirige até hoje. Atua como Professor de Pós-graduação e Professor Médico Colaborador do Departamento de Psiquiatria da FMUSP. Tem experiência em assistência, ensino e pesquisa na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: transtornos depressivos, transtorno bipolar e psicofarmacologia de medicamentos antidepressivos e estabilizadores de humor.
Ana Alexandra Caldas Osório Graduação em Psicologia pela Escola de Psicologia da Universidade do Minho (Portugal), Especialização em Psicologia Clínica pela Universidade do Minho e em Psicoterapias com Crianças e Adolescentes pelo Centro de Serviços Psicológicos. Doutorado em Psicologia Clínica pela Escola de Psicologia da Universidade do Minho (Bolsista-sanduíche na Durham University). Docente no Programa de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo (PPG-DD, UPM). Co-coordenadora do Laboratório de Neurociência Cognitiva e Social. Orientadora de Teses de Mestrado e Doutorado do PPG-DD da UPM e do Mestrado Integrado em Psicologia e do Programa Doutoral em Psicologia Básica, da Escola de Psicologia da Universidade do Minho (Portugal).
Título: Impacto de traumas en la infancia en la formación de la personalidad del paciente con Trastorno Bipolar (TB)
El origen biológico y hereditario de los trastornos de humor está bien determinado. El sistema familiar tiene un papel fundamental para la formación, creación y desarrollo para que proporcionen vivencias indispensables para sus hijos. Gracias a la importancia que la familia tiene para la supervivencia y el desarrollo de los hijos, si esta no funciona bien, puede traer serios daños y trastornos para la formación de la personalidad, pudiendo despertar o agravar algún trastorno mental. El objetivo ha sido de comprobar si hay influencias del ambiente familiar negativo y de traumas vividos en la infancia en el desarrollo de la personalidad en pacientes bipolares I. Los instrumentos utilizados han sido QUESI (Cuestionario sobre traumas en la infancia), Familia (FES) y Personalidad (NEO-PI-R). 82 pacientes con trastorno bipolar en eutimia, con edad entre 18 y 40 años y 128 voluntarios saludables, entre 18 y 35 años. El resultado más significativo ha sido el siguiente: los pacientes bipolares sufren más traumas. Fue establecido que el ambiente familiar negativo puede causar mayores daños en nos niños, en el sentido de que los padres son más negligentes con sus hijos, en relación a los cuidados y tienes un control excesivo con ellos.
Palabras-llave: Trastorno Bipolar; Ambiente Familiar; Traumas en la Infancia; Personalidad.
Mini currículo:
Rebeca Orselli Monteiro Estudiante del ultimo ano de psicología en la Universidad Presbiteriana Mackenzie, Acompañante terapéutica (AT), pasante en el grupo afectivo bipolar (GRUDA), donde ha realizado su Iniciación Científica con apoyo FAPESP y del núcleo forense, en el Instituto de Psiquiatría del Hospital de las Clínicas de la Facultad de Medicina de la Universidad de Sao Paulo (HCFMUSP) y participa del grupo de dificultades de aprendizaje en la Universidad Presbiteriana Mackenzie.
Danielle Bio Es graduada en Psicología por la Pontifica Universidad Católica de Sao Paulo (2003), Pos graduada en Neuropsicología por el Servicio de Psicología del Instituto de Psiquiatría de la Facultad de Medicina de la Universidad de Sao Paulo (2005) e hizo Maestría en Ciencias por la Facultad de Medicina de la Universidad de Sao Paulo (2010), actuando principalmente en los siguientes temas: terapia, psicoeducación, neuropsicología, rehabilitación, trastorno bipolar y esquizofrenia.
Márcio Gerhardt Soeiro-de-Souza: Es graduado en Medicina por la Universidad Federal de Ciencias de la Salud de Porto Alegre (2002), especialista en Psiquiatría (2008). Doctor en ciencias por la Facultad de Medicina de la Universidad de Sao Paulo (FMUSP) (2013). Desarrollando Pos Doctorado en la Facultad de Medicina de la Universidad de Sao Paulo (FMUSP).
Ricardo Alberto Moreno: Es graduado por la Facultad de Medicina de la Universidad de Sao Paulo en 1981, completo la residencia medica en Psiquiatría en 1984 y el Doctorado en Medicina en 1996. Desde 1986 es médico asistente contratado por el Instituto de Psiquiatría del Hospital de las Clínicas de la FMUSP. Fundador del Grupo de Estudios de Enfermedades Afectivas (GRUDA) en 1983, que hasta dirige actualmente. Actúa como Profesor de Pos graduación y Profesor Medico Colaborador del Departamento de Psiquiatría de la FMUSP. Tiene experiencia en asistencia, enseñanza e investigación en el área de la Medicina, con énfasis en psiquiatría, actuando principalmente en los siguientes temas: trastornos depresivos, trastorno bipolar y psicofarmacología de drogas antidepresivas y estabilizantes de humor.
Ana Alexandra Caldas Osório: Es graduada en Psicología por la Escuela de Psicología Clínica por la Universidad de Minho (Portugal), Especializada en Psicología Clínica por la Universidad de Minho y en Psicoterapias con Niños y Adolescentes por el Centro de Servicios Psicológicos. Doctorada en Psicología Clínica por la Escuela de Psicología de la Universidad de Minho. Profesora Universitaria en el programa de Pos Graduación en Disturbios del Desarrollo en la Universidad Presbiteriana Mackenzie, de Sao Paulo (PPG-DD, UPM). Co-coordinadora del Laboratorio de Neurociencias Cognitivas y Sociales. Orientadora de Tesis de Maestría Y Doctorado del PPG-DD de la UPM y de la Maestría Integrada en Psicología y del Programa Doctoral en Psicología Básica, de la Escuela de Psicología de la Universidad de Minho (Portugal)
05 - Autror(a) responsável: Marcia Cristina Pereira da Silva Verges.
Instituição de origem: CEF: Centro de Estudos da Família de Itupeva.
TÍTULO: Sala de Espera, uma Possibilidade?
A partir de um projeto voltado para o acolhimento de pais/responsáveis existente no Instituto Passo a Passo de Equoterapia, cujo principal foco é o atendimento equoterápico de crianças e pessoas portadoras de necessidades especiais permanentes, projeto esse intitulado: “Minha Família, Meu Futuro” pode-se desenvolver um trabalho com esse grupo específico. Considerando então que os Grupos de Sala de Espera configuram uma estratégia de atuação dentre as práticas grupais em psicologia, uma vez que trata de potencializar um espaço informal já existente na instituição, atendendo a pessoas que não apresentam uma demanda explícita por atendimento psicológico (Maldonado & Hallal, 1981), é que se pensou nessa modalidade para integrar o projeto já existente. O objetivo ao propor esse projeto é sensibilizar o grupo no reconhecimento de suas potencialidades, dificuldades, abrindo um espaço potencial de desenvolvimento pessoal, além de ajudar a Instituição a também se aperceber de suas possibilidades e dificuldades enquanto no presente atuam a partir do viés relacional onde a Instituição é portadora do suposto saber e cujos usuários devem se submeter a isso. No entanto, para poder operar sobre tais constatações, torna-se imprescindível uma sólida formação e prática supervisionada (Linares, 2013; Sorrentino, 1990). Tal formação se reflete na escolha e utilização de estratégias condizentes ao trabalho grupal. O que vem se observando até o momento presente é a maior mobilização, assiduidade e participação dos pais/responsáveis.
TÍTULO: Sala de espera, ¿una posibilidad?
A partir de un proyecto volcado para la acogida de padres/responsables existente en el Instituto Passo a Passo de Equinoterapia, cuyo principal foco es la atención equinoterapeutica de niños y personas portadoras de necesidades especiales permanentes, proyecto ese intitulado: “Mi familia, Mi Futuro”, se puede desarrollar un trabajo con ese grupo específico. Considerando entonces que los Grupos de Sala de Espera configuran una estrategia de actuación entre las practicas grupales en psicología una vez que se trata de potencializar un espacio informal ya existente en la institución, atendiendo las personas que no presentan una demanda explicita por atención psicológica (Maldonado & Halal, 1981), es que se ha pensado en esa modalidad para integrar el proyecto ya existente. El objetivo al proponer ese proyecto es sensibilizar el grupo en el reconocimiento de sus potencialidades, dificultades abriendo un espacio potencial de desarrollo personal, además de ayudar la institución a también darse cuenta de sus posibilidades y dificultades mientras en el presente actúan a partir del sesgo relacional donde la institución es la portadora del supuesto saber y cuyos usuarios deben someterse a eso. Sin embargo, para poder operar sobre tales constataciones, se vuelve imprescindible una sólida formación y práctica supervisionada (Linares, 2013; Sorrentino, 1990). Tal formación se refleja en la elección y utilización de estrategias condecentes al trabajo grupal. Lo que se observa hasta el momento presente es la mayor movilización, asiduidad y participación de los padres/responsables.
Mini currículo:
Cristina Verges é formada em Psicologia pela Universidade São Francisco, fez aperfeiçoamento em Dependência Química, Especialização em Psicanálise, Grupalidade e Intervenção nas Instituições além da Formação em Terapia de Casal e Família, pelo CEFAS. Atualmente integra o Centro de Estudos da Família. Trabalhou em alguns projetos na área da Ação Social (CRAS) na Prefeitura de Itatiba junto com os adolescentes e também em Comunidade Terapêutica voltada para o enfrentamento ao uso de drogas.
06 - Autror(a) responsável: Eulàlia Sabater Puig
Instituição de origem: Servei d’Addiccions i Salut Mental. HUSJ Reus . Catalunya (España)
TÍTULO: OH Vejez. Personas mayores con problemas de alcohol. Aproximación a aspectos relacionales
El envejecimiento, es la etapa del ciclo vital más proclive a suscitar situaciones de crisis que se manifestaran con una gran diversidad de procesos generalmente relacionados con la salud mental, y que desde la epistemología Sistémica interpretaremos como síntomas comunicadores de un estado de ruptura de la homeostasis relacional del sistema familiar al que pertenece el paciente identificado.
Nos planteamos valorar los problemas derivados del consumo de alcohol en personas ancianas como síntoma de un malestar , debido a conflictos relacionales intrafamiliares, de los que el paciente será su portavoz. Y, así mismo, de la eficacia de la Terapia Familiar Sistémica en este grupo etáreo en un Servicio de Adicciones y Salud Mental..
Se analiza una muestra de 19 pacientes mayores de 65 años, que realizan demanda de tratamiento por problemas relacionados con el consumo de alcohol. Incidiendo especialmente en la exploración de la Família de Orígen y la Nuclear, y en la valoración de la Conyugalidad y Parentalidad.
Podríamos concluir que
- En gran proporción, identificaríamos Trastornos Somáticos,y situaciones donde encajan los Problemas Relacionados con el Alcohol.
- La alta aceptación y adherencia a la Psicoterapia Familiar
- Se han posibilitado relaciones más favorable y funcionales, permitiendo compartir amor y reconocimiento mútuos.
Mini currículo:
Eulàlia Sabater Puig Licenciada en Medicina y Cirugia General por la Universidad de Barcelona, 1984 Especialidad Medicina Interna, 2003 Diploma de Especialización en Terapia Familiar, Universidad de Desuto, 2008 Titulo de Psicoterapeuta Familiar y de Pareja, Universidad de Deusto, 2014 Trabajo en el Servei d Adiccions i Salut Mental de l’ Hospital Universitari de Sant Joan de Reus (Tarragona/ Catalunya) desde 1999,
07 - Autror(a) responsável: Yohana Lucas Souza; Co-autores: Fernanda Ribeiro Pazetto; Suzel Alves Goulart; Adriana Naves Santos; Cibele Alves Chapadeiro.
Instituição de origem: UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO- UFTM
TITULO: Trabalho com famílias de dependentes químicos em uma comunidade terapêutica.
A família tem um importante papel no tratamento do dependente químico, podendo contribuir na prevenção da recaída do usuário. Há maior motivação dos usuários quando há o envolvimento da família no tratamento, assim como a ocorrência de mudanças na dinâmica familiar, com consequente resultado no tratamento da dependência química. Assim, o objetivo do trabalho foi relatar a experiência do trabalho com as famílias de internos da Comunidade Terapêutica Nova Jerusalém, em Uberaba-MG. O trabalho com as famílias ocorre uma vez por semana, sendo realizado em três grupos. O primeiro grupo é composto pelas famílias dos internos que estão no primeiro e segundo mês de internação. Trabalha-se o acolhimento às famílias, a importância da família no tratamento, o funcionamento da Comunidade Terapêutica e os efeitos e consequências das drogas. O segundo grupo é composto por famílias de dependentes do terceiro ao quinto mês de internação. Neste grupo são trabalhados os 12 Passos do A.A. e seus princípios, assim como a codependência. O terceiro grupo é composto por famílias de usuários do sexto ao nono mês de internação e do pós tratamento. Discute-se a prevenção de recaída e processo de reinserção social. Percebe-se a importância de incluir a família no processo de recuperação do dependente químico, proporcionando aos mesmos um espaço terapêutico de fala, escuta, assim como de educação em saúde.
Palavras chave: dependência química – família – comunidade terapêutica
Mini currículo:
Yohana Lucas Souza: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Fernanda Ribeiro Pazetto: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Suzel Alves Goulart: Estudante do 10º período de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Trabalhos produzidos no Estágio de Saúde Coletiva e no Projeto de Extensão de Atendimento Sistêmico Familiar a pacientes da Onco-Hematologia no Hospital de Clínicas da UFTM.
Adriana Naves Santos: Psicóloga da Comunidade Terapêutica Nova Jerusalem.
Cibele Alves Chapadeiro: Professor doutor do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) - Uberaba-MG. Realiza e orienta trabalhos de extensão e pesquisa na Abordagem Sistêmica de Família com problemas crônicos de saúde.
TÍTULO: Trabajo con familias de dependientes químicos en una comunidad terapéutica.
La familia tiene un importante papel en el tratamiento del dependiente químico, pudiendo contribuya en la prevención de la recaída del usuario. Hay mayor motivación de los usuarios cuando hay la implicación de la familia en el tratamiento, así como la ocurrencia de los cambios en la dinámica familiar, con consecuente resultado en el tratamiento de la dependencia química. Así, el objetivo del trabajo fue relatar la experiencia del trabajo con las familias de internos de la Comunidad Terapéutica Nueva Jerusalén, en Uberaba-MG. El trabajo con las familias ocurre una vez por semana, siendo realizado en tres grupos. El primer grupo es compuesto por las familias de los internos que están en el primero y según mes internación. Se trabaja el acolhimento a las familias, la importancia de la familia en el tratamiento, el funcionamiento de la Comunidad Terapéutica y los efectos y consecuencias de las drogas. El segundo grupo es compuesto por familias de dependientes del tercero al quinto mes de internación. En este grupo son trabajados los 12 Pasos del A.A. y sus principios, así como la codependencia. El tercer grupo es compuesto por familias de los usuarios del sexto al noveno mes de la internación y del post tratamiento. Se discute la prevención de la recaída y proceso de inserción social. Se nota la importancia de incluir la familia en el proceso de recuperación del dependiente químico, proporcionando a los mismos un espacio terapéutico de hablar, escuchar, así como de la educación en salud.
Palabras clave: dependencia química – familia – comunidad terapéutica
Mini currículo:
Yohana Lucas Souza: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Fernanda Ribeiro Pazetto: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Suzel Alves Goulart: Estudiante del 10º periodo de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba-MG. Trabajos producidos en el Estágio de Salud Colectiva y en el Proyecto de Extensión de Atención Sistémica Familiar la pacientes de la Onco- Hematologia en el Hospital de Clínicas de la UFTM.
Adriana Naves Santos: Psicóloga de la Comunidad Terapéutica Nueva Jerusalén.
Cibele Alves Chapadeiro: Profesor doctor del Curso de Psicología de la Universidad Federal del Triángulo Minero (UFTM) - Uberaba- MG. Realiza y orienta trabajos de Extensión e investigación en el Abordaje Sistémico de Familia con problemas crónicos de salud.




