Conferências
23 Conferência de abertura
Matteo Selvini (Itália):
A Escola de Milão ao longo dos tempos: a caminho de um modelo sistêmico do sofrimento.
La escuela de Milán a lo largo de los tiempos: hacia un modelo sistémico del sufrimiento.
Nos anos 60 Mara Selvini Palazzoli deixa de exercer a psicanalise com seus pacientes anoréxicos para experimentar a terapia de família. Nasce um vasto movimento de trabalhadores/profissionais que se especializam no campo de distúrbios alimentares, com dependentes químicos, adolescentes em geral, nos tratamentos de famílias com maltrato compulsivo e nos problemas de infância. A grande novidade é o trabalho de equipe em co-presença no cotidiano da psicoterapia. Estes 50 anos de experiência fizeram evoluir o modelo sistêmico original, que se centrava na observação do aqui e agora e ao setting familiar, direcionado a um pensamento complexo, para transitar entre diversos focos de diagnóstico e de uma pratica de setting muito mais flexível. A integração dimensional evolutiva do sujeito, entre a teoria do diagnóstico da personalidade e das adaptações pós-traumáticas, constrói um novo modelo sistêmico familiar-individual que supera a ênfase excessiva nos processos de avaliação encaminhando-se para um equilíbrio entre esta e os limites e o sofrimento das pessoas.
En los años 60 Mara Selvini Palazzoli deja de ejercer el psicoanálisis con sus pacientes anoréxicos, para experimentar la terapia de familia. Nace un vasto movimiento de trabajadores/profesionales que se especializan en el tema de los disturbios alimenticios, con dependientes químicos, adolescentes en general en los tratamientos de familias con maltrato compulsivo y en los problemas de la infancia. La gran novedad es el trabajo en equipo en co-presencia en la cotidianidad de la psicoterapia. Estos 50 años de experiencia hicieron evolucionar el modelo sistémico original, que se centraba en la observación del aquí e ahora y al setting familiar, hacia un pensamiento complejo, para transitar en diversos focos de diagnóstico y de una práctica de setting mucho más flexible. La integración dimensional evolutiva del sujeto, entre la teoría del diagnóstico de la personalidad y las adaptaciones postraumáticas, construyen un nuevo modelo sistémico familiar-individual que supera el énfasis excesivo en los procesos de evaluación encaminándose hacia un equilibro entre ésta y los límites y el sufrimiento de las personas.
25 Conferência Magistral
Juan Luis Linares (Espanha):
O maltrato de hoje, os sintomas de amanhã. Relação entre maltrato e psicopatologia.
El maltrato de hoy, los sintomas de mañana. Relación entre maltrato y psicopatologia.
Somos criaturas primariamente amorosas e secundariamente maltratantes. Quando o amor é bloqueado pelo poder convertido em domínio, maltratamos e fazemos sofrer.
As bases relacionais da psicopatologia lançam suas raízes no obscuro mundo do maltrato psicológico, que não é um apêncide menor do maltrato físico, muito pelo contrário, é o verdadeiro problema que deve receber a atenção da saúde mental a partir de uma perspectiva preventiva.
Os grandes transtornos psicopatológicos, neuroses, psicoses, depressões e distúrbios do vínculo social, tem início, a partir de uma perspectiva relacional, nos espaços gerados pelas combinações da conjugalidade e da paternidade na família de origem, ou seja, triangulações, privações e caotizações.
Somos criaturas primariamente amorosas y secundariamente maltratantes. Cuando el amor se nos bloquea por el poder convertido en dominio, maltratamos y hacemos enfermar.
Las bases relacionales de la psicopatología hunden sus raíces en el oscuro mundo del maltrato psicológico, que no es un apéndice menor del maltrato físico sino, por el contrario, el verdadero problema que debe afrontar la atención a la salud mental desde una perspectiva preventiva.
Los grandes trastornos psicopatológicos, neurosis, psicosis, depresiones y trastornos de la vinculación social, arrancan, desde una perspectiva relacional, de los espacios generados por las combinaciones de la conyugalidad y la parentalidad en la familia de origen, a saber, triangulaciones, deprivaciones y caotizaciones.
47 Conferência 1
48 Conferência 2 - La Sustentacion / A Sustentação
Luis Elias Licera (Peru):
Casais que sustentam outros casais. Formação de casais guias na pastoral familiar.
Parejas que sostienen otras parejas. Formación de parejas guías de la pastoral familiar.
Formação de "casais guias" da pastoral familiar. Como parte da pastoral familiar das paróquias se realiza um trabalho de acompanhamento a casais, através de cursos, workshops ou jornadas, onde o propósito é que os participantes desenvolvam habilidades de comunicação e aprendam a resolver os conflitos próprios da convivência. Dentro deste projeto, encontramos os denominados “casais guias" que ajudam os casais a caminhar como pais e como esposos. Nosso interesse é apresentar a experiência desses “casais guia" a partir da perspectiva dos próprios atores, a respeito de como experimentam o processo de formação pessoal e acadêmico, o estarem junto a outros casais os ajudando em seu caminhar, assim como qual a influência dessa experiência em sua própria relação de casal.
Formación de parejas guías de la pastoral familiar. Como parte de la pastoral familiar de las parroquias se realiza un trabajo de acompañamiento aparejas de esposos, a través de cursos, talleres o jornadas, donde se promueve que los participantes desarrollen habilidades de comunicación y aprendan a resolver los conflictos propios de la convivencia. Dentro de este proyecto, encontramos a las denominadas “parejas guía”, las cuales ayudan y acompañan a las parejas en su caminar como padres y como esposos. Nuestro interés es presentar la experiencia de estas “parejas guía”, desde la perspectiva de los propios actores, como experimentan el proceso de formación personal y académico, el estar junto a otras parejas ayudando en su caminar, así como la influencia de esta experiencia en su propia relación de pareja.
Angela Hiluey (Brasil):
E quando não há quem ampare? Famílias face ao idoso com Doença de Alzheimer (DA).
¿Y cuando no hay quien ampare? Familias frente al anciano con Enfermedad de Alzheimer
Discorre-se nesta apresentação sobre a natureza das dificuldades vividas pela família com um idoso com DA, visando determinar os fatores que favorecem ou bloqueiam a nutrição relacional nestas famílias, conforme definida por Linares.
Encontra-se que: a família se contradiz quanto ao estado emocional do paciente e ignora seu estado orgânico; a família experimenta a agonia diante do incompreensível e inadmissível que representa este idoso; o idoso é o mal da família; a admiração é um fator que favorece a presença de nutrição relacional enquanto o medo a bloqueia.
Constatou-se que a família vivencia o desespero, o desamparo, e portanto necessita de amparo para poder pensar nesse desespero. Este amparo supõe a intervenção de uma equipe interdisciplinar composta por profissionais de diferentes áreas. Tais profissionais oferecem, também, sustentação uns aos outros face ao atendimento do idoso com DA. No entanto, apesar das investigações e a prática profissional seguirem apontando para a utilidade desse tipo de intervenção, torná-lo uma realidade segue sendo um desafio.
Nesta exposição vamos analisar algumas propostas, suas dificuldades e possibilidades visando enfrentar o desafio.
El aumento en la expectativa de vida de la población es un fenómeno observado en todo el mundo. Derivadas de ese fenómeno, nuevas enfermedades y nuevos desafíos deben ser enfrentados por los profesionales que trabajan con estos enfermos y con sus familias.
En esta presentación se discute sobre la naturaleza de las dificultades vividas por la familia de un anciano con DA, procurando determinar los factores que favorecen o bloquean la nutrición relacional en estas familias, de acuerdo como es definida por Linares.
Se encuentra que: la familia se contradice sobre el estado emocional del paciente e ignora su estado orgánico; la familia experimenta la agonía ante lo incomprensible e inadmisible que representa este anciano; el anciano es el mal de la familia; la admiración es un factor que favorece la presencia de nutrición relacional mientras que el miedo la bloquea.
Fue constatado que la familia vivencia el desespero, el desamparo, y por lo tanto necesita de un amparo para poder pensar en ese desespero. Esto amparo supone la intervención de un equipo interdisciplinario compuesto por profesionales de diversas áreas. Estos profesionales ofrecen, también, sustentación unos a otros, frente al atendimiento con el anciano con DA. Sin embargo, a pesar de que las investigaciones y la práctica profesional continúen señalando la utilidad de este tipo de intervención, hacerlo una realidad continua siendo un desafío.
En esta exposición vamos a analizar algunas propuestas, sus dificultades y posibilidades con miras a enfrentar el desafío.
51 Conferência Magistral
Adalberto Barreto (Brasil):
Terapia Comunitária: integrando saberes e construindo redes solidárias.
Terapia Comunitaria: integrando saberes y construyendo redes solidarias.
A Terapia Comunitária Integrativa é uma metodologia de intervenção em comunidades que possibilita integrar saberes, construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar recursos de saúde e competências dos indivíduos, das famílias e das comunidades. Possibilita, também, suscitar a dimensão terapêutica do grupo, valorizando a herança cultural dos antepassados indígenas, africanos, orientais ou europeus, bem como o saber produzido pela experiência de vida. A Terapia Comunitária é um espaço de escuta, palavra e construção de vínculos e uma pratica integrativa e sistêmica de saúde e trabalho social comunitários. Trata-se de criar espaços de partilha destes sofrimentos, digerindo uma ansiedade paralisante que traz riscos para a saúde dessas populações. Poder expressar seus sofrimentos, seus conflitos, medos e dúvidas, num ambiente livre de julgamentos, onde se valorizam e respeitam as diferenças individuais e as experiências de vida de cada um, favorece a prevenção e a reinserção social de pessoas, e suas famílias com sofrimento psíquico e emocional. Estes espaços favorecem o reforço da confiança em si, nos outros e no futuro, contribuindo para a transformação.
La Terapia Comunitaria Integrativa es una metodología de intervención en comunidades que posibilita integrar saberes, construir redes sociales solidarias de promoción de la vida y movilizar recursos de salud y competencias de los individuos, de las familias y de las comunidades. También posibilita ampliar la dimensión terapéutica del grupo, valorizando la herencia cultural de los antepasados indígenas, africanos, orientales o europeos, así como el saber producido por la experiencia de la vida. La Terapia Comunitaria es un espacio de escucha, palabra y construcción de vínculos, y una práctica integrativa y sistémica de salud y trabajo social comunitarios. Se trata de crear espacios para compartir esos sufrimientos, procesando una ansiedad paralizante que trae riesgos para la salud de esas poblaciones. Poder expresar sus sufrimientos, sus conflictos, miedos y dudas, en un ambiente libre de juzgamientos, en el cual se valorizan y respetan las diferencias individuales y las experiencias de la vida de cada uno favorece la prevención de la salud y la reinserción social de las personas y sus familias con sufrimiento psíquico y emocional. Estos espacios favorecen el refuerzo de la confianza en sí mismos, en los otros y en el futuro, contribuyendo para la transformación.
73 Conferência 1 - La Conjugalidad / A Conjugalidade
Carmen Campo (UAB - Espanha):
Regina Giraldo Arias (Colombia):
Maltrato conjugal: terapia de asas com derivação judicial por violência doméstica.
Maltrato conyugal: terapia de pareja con derivacion judicial por violencia domestica.
Las dificultades, el conflicto y el maltrato se pueden explicar comprendiendo que la vida de las personas es un constante devenir relacional, en donde los vínculos y las relaciones son una compleja red de interacciones que se producen en la relación con el otro, y no provienen únicamente de las particularidades individuales (Giraldo, 2009).
En la ponencia se partirá de una breve revisión teórica acerca de la violencia en la pareja, para luego presentar a los asistentes el modelo de psicoterapia sistémica desarrollado en Fundaterapia- Bogotá, y usado exitosamente con parejas derivadas de contextos judiciales.
REFERENCIAS
Giraldo, R. Montejo, J. Valderrama, J y Wild, C. (2014). Violencia de Pareja: Trastornos de la personalidad y uso de sustancias. En Medina, R. Laso, E y Hernández, E. (Coord.). Pensamiento Sistémico. Nuevas perspectivas y contextos de intervención. (Cap. XI pp 279- 310). México: Litteris.
Giraldo, R. (2014). Maltrato a la mujer por el compañero sentimental: Parejas en ciclo vital con niños pequeños. Revista Redes. Vol. 30 (pp 21 – 38). Barcelona.
Giraldo. R. (2012). Familia y exclusión social: Estudio cualitativo de la violencia doméstica en Bogota. En Medina, R. Alanis, M. y Agulló, E. (Coord.). La investigación científica para el desarrollo y el bienestar social. (pp 173-191). México: Litteris
Giraldo, R. (2010). Enfoque eco-sistémico y exclusión social para el abordaje integral de la violencia domestica. Revista Conversaciones Sistémicas. Vol. 5. (pp 85-108). Bogotá.
Giraldo, R. y González, M.I. Editoras. (2009). Violencia Familiar. Bogotá: Unirosario.
Giraldo, R. (2009). Maltrato invisible. Un mal contemporáneo? En Giraldo, R. y González, M.I (Editoras).Violencia familiar (pp 32-51). Bogotá: Unirosario.
Giraldo, R. (2007). Familias con problemas de violencia intrafamiliar: Entre el control de la justicia y la psicoterapia. En Ceberio R, M. Linares, J.L. y Medina, R. La terapia familiar desde Iberoamérica. (pp 287-312). Buenos Aires: Tres Haches:
Directora Fundaterapia / Escuela Sistémica de Bogotá. (Colombia). Doctora en Bienestar Social por la Universidad de Oviedo, Máster en Terapia Familiar Sistémica por la Universidad Autónoma de Barcelona, Psicóloga por la Universidad Santo Tomas de Bogotá. Docente Universitaria y Psicoterapeuta Familiar. Profesora invitada en Universidades y Escuelas de formación sistémica en Europa y Latinoamérica. Los últimos 16 años los ha dedicado a la investigación y a la psicoterapia del maltrato en la pareja y en la familia.
74 Conferência 2 - La Parentalidad / A Parentalidade
Raul Medina (México):
Repensando a Adolescencia e seu Malestar Psicológico: A Aliança Terapeutica e a Expansão da Consciência como eixos da intervenção clínica.
Re-pensando la Adolescencia y su Malestar Psicológico: La Alianza Terapéutica y la Expansión de la Consciencia como ejes de la intervención clínica.
Esta pesquisa clínica concentra-se em adolescentes, se propõe uma reconceitualização desta etapa levando a intervir em seu desconforto a partir de uma perspectiva inovadora, com o fim de apoiar em sua consolidação a sua autonomia e identidade . Redefinimos rebeldia dos adolescentes como uma "resistência política", para usar como recurso terapêutico. Podemos distinguir entre "resistência passiva" e "resistência ativa". A primeira é expressa pelo sintoma, enquanto a segunda é quando o adolescente usou outras estratégias para enfrentar os seus problemas, observando uma espécie de "expansão da consciência" expressa através de uma identidade mais ativa e responsável. Por meio da "aliança terapêutica" o adolescente é incentivado a experimentar uma vivência como um adulto que o leva a ter melhores resultados para negociar a sua própria identidade. E com isso, nota-se que o desconforto começa o processo de desaparecimento e o adolescente começa a se mover da adolescência para a idade adulta jovem.
Esta investigación clínica se enfoca en adolescentes, se plantea una reconceptualización de esta etapa que conduce a intervenir en su malestar desde una perspectiva innovadora con el fin de apoyar en su consolidación a su autonomía e identidad. Redefinimos la rebeldía de los adolescentes como una “resistencia política” para utilizarla como un recurso terapéutico. Distinguimos entre “resistencia pasiva” y “resistencia activa”. La primera se expresa mediante el síntoma, mientras que la segunda es cuando el adolescente utiliza otras estrategias para enfrentar sus problemas, observado un tipo de “expansión de la conciencia” que se expresa mediante una identidad más activa y responsable. Mediante la “alianza terapéutica” el adolescente es estimulado a experimentar una vivencia como adulto que lo conduce a tener mejores resultados para negociar su propia identidad. Y con ello, observamos que el malestar inicia el proceso de desaparecer y el adolescente inicia a transitar de la adolescencia a joven adulto.
77 Conferência Magistral
Roberto Pereira (Espanha):
Por que não se separam? Casais em conflito crônico.
¿Por qué no se separan?: Parejas en conflicto crónico.
Trabalhando com famílias ou casais, às vezes encontramos exemplos destes últimos que lutam sem parar, e são incapazes de se conciliar. Não deixam passar nenhuma oportunidade de machucar uns aos outros, de se ferir com todos os recursos que tenham a disposição, geralmente sem violência física, embora possam vez por outra vir a trocar golpes. São estes casais que, quando chegam, se acaba dizendo (em voz alta ou para si mesmo, de acordo como você esteja naquele dia): "Por que não se separam?". Boa pergunta. Por que não se separar? Porque efetivamente, esses casais não se separam. Vamos tentar responder a essa pergunta, a partir de um desenvolvimento teórico da teoria dos jogos, o conceito de "Confiança", e continuando com as propostas de alguns autores sobre o assunto, propondo uma explicação para esta situação de conflito sem fim com base na "traição" com a família de origem. Finalmente, vamos utilizar um exemplo extraído de Aida, ópera de Giuseppe Verdi, para entender na prática o conflito de lealdades e a traição transgeracional que, na opinião do autor, geralmente estão presentes em tais casos.
Trabajando con familias o parejas, a veces nos encontramos con ejemplos de estas últimas que se pelean sin parar, pero que no son capaces de reconciliarse. No dejan pasar ninguna oportunidad para herirse mutuamente, para hacerse daño con todos los recursos que tienen a su alcance, generalmente sin violencia física, aunque puede que alguna vez lleguen a las manos. Son esas parejas que, cuando uno las recibe acaba diciendo (en alta voz o para sus adentros, según como tenga el día): “¿Por qué no se separan?”. Buena pregunta. ¿Por qué no se separan?, porque efectivamente, esas parejas no se separan. Trataremos de responder a esa pregunta, partiendo de un desarrollo teórico de la Teoría de los Juegos, del concepto de “Confianza”, y continuando con las propuestas de algunos autores sobre el tema, proponiendo una explicación a esta situación de conflicto interminable basada en la “traición” con la familia de origen. Finalmente utilizaremos un ejemplo extraído de Aída, la ópera de Arrigo Boito y Giuseppe Verdi, para entender en la práctica el conflicto de lealtades y la traición transgeneracional que, en opinión del ponente, están habitualmente presentes en casos de este tipo.
104 Diálogos
Diálogos interculturais e as perspectivas futuras, com: Juan Luis Linares (Espanha); Matteo Selvini (Itália); Regina Giraldo Arias (Colombia); Helena Centeno Hintz (Brasil); Maria Luiza Puglisi Munhoz (Brasil); Luiz Carlos Prado (Brasil).
Moderadora: Angela Hiluey (Brasil)




