Apres. Livros e Revistas
"Prácticas Alienadoras Familiares. El Síndrome de Alienación Parental reformulado."
Juan Luis Linares (compilador)
RESUMEN: El llamado Síndrome de Alienación Parental ( PAS en sus siglas inglesas) fue descrito por Gardner en términos teóricos y con consecuencias prácticas que son incompatibles con la sensibilidad científica y ética actual. Y, sin embargo, el fenómeno del rechazo desproporcionado y aparentemente incomprensible de un progenitor por parte de sus hijos, existe y constituye un desafío para jueces y terapeutas. LlamamosPrácticas Alienadoras Familiares ( PAF) a un conjunto de situaciones con actores y resposables diversos, bajo el denominador común de tal rechazo. El libro aporta uma reflexión teórica para clarificar estos conceptos, así como abundante material práctico.
Maria Luiza Dias Garcia e Gisela CastanhoConéctese con sus hijos para que se desconecten de la red. Como ser padres en la era digital
Gissela Echeverría Castro
rata de temerle a la tecnología, de prohibirla o de abstenerse de usarla. Se trata de que los padres les enseñen a sus hijos a ser consumidores críticos, a utilizar en forma positiva los nuevos medios para aprovechar sus ventajas, hacer elecciones adecuadas y descartar las que consideren violentas, degradantes u ofensivas.Guía para padres de adolescentes: como las hormonas y neurotransmisores revolucionan a nuestros hijos
Marcelo R. Ceberio (Escuela Sistémica Argentina)
Sinapsis:
“Cuando ya nos estábamos acostumbrando a un ritmo de crecimiento, cuando ya pensábamos que teníamos dominado el tema de la crianza, un torbellino hormonal de estrógenos y progesterona en las niñas y de testosterona y vasopresina en los varones, irrumpe en el torrente sanguíneo, creando una explosión a multiplicidad de niveles.”
Así describe Marcelo R. Ceberio, autor de este libro, la irrupción de la adolescencia en la vida familiar. Pero lejos de demonizar esta etapa, propone comprenderla desde un lugar más interesante: así como los hijos accederán a un mundo de emociones propias y de intereses nuevos, también para los padres se abre la oportunidad de aprender y descubrir quiénes son ahora como padres de estos niños que están dejando la niñez atrás.
Abordar este período de profundos cambios desde una perspectiva neurohormonal también le suma enorme valor a estas páginas. Buena parte de este maravilloso proceso se explica desde el entramado de las neurociencias, las interacciones y su relación con las hormonas, confluyendo en un universo de nuevos significados.
¿Cómo atravesar el torbellino? El secreto tiene tres pilares: amor, comunicación y límites. (extraído de la contratapa del libro)

Revista Pensando Famílias
"Pensando Famílias" é a Revista oficial do DOMUS - Centro de Terapia de Casal e Família, em Porto Alegre, RS.
Este periódico publica artigos relevantes e inéditos, tanto de autores nacionais como internacionais, referentes às áreas de casal e família com distintas abordagens teóricas e metodológicas voltados aos interesses da psicologia em seu amplo fazer. As modalidades dos trabalhos aceitos incluem artigos teóricos, relatos de pesquisa e casos clínicos, artigos de revisão e/ou atualização bibliográficas e outros que são submetidos para avaliação da Comissão Editorial, Conselho Editorial e Consultores ad hoc.
Esta revista vem sendo publicada desde 1999, com 23 números editados em forma impressa e, a partir de 2013, passou a ser publicada no formato eletrônico, com quatro números já publicados, ampliando sua visibilidade e facilidade de acesso.
Pensando Famílias se encontra no Portal PePSIC, Biblioteca Virtual da Saúde, no link http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issues&pid=1679-494X&lng=pt&nrm=iso.
“Pensando Famílias” es la Revista oficial del DOMUS - Centro de Terapia de Pareja y Familia en Porto Alegre, RS.
Este periódico publica artículos inéditos y relevantes, tanto de autores nacionales como internacionales, en las áreas de pareja y familia con distintos enfoques teóricos y metodológicos orientados a los intereses de la psicología en su amplio hacer. Las modalidades de trabajos aceptados incluyen artículos teóricos, informes de investigación y casos clínicos, artículos de revisión y/o actualización bibliográfica y otros que son sometidos para evaluación por el Comité Editorial, Consejo Editorial y Asesores ad hoc.
Esta revista se publica desde 1999, con 23 números editados en forma impresa y, a partir de 2013, empezó a ser publicada en formato electrónico, con cuatro números ya publicados, ampliando su visibilidad y facilidad de acceso.
Pensando Famílias se encuentra en el Portal PePSIC, Biblioteca Virtual de Salud, el sitio web http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issues&pid=1679-494X&lng=pt&nrm=iso.
“Adolescência: desafios e riscos”
A obra “Adolescência: desafios e riscos” é o resultado da reflexão de vários investigadores nacionais e estrangeiros, muito prestigiados na investigação da adolescência e provenientes de diferentes áreas do saber (psicólogos, médicos, sociólogos, filósofos, professores, políticos, etc.).
O livro, com 487 paginas e 18 capítulos, tem o prefácio do Doutor Carlos Amaral Dias, Professor Catedrático, reconhecido Psicanalista Português, e foi organizado pela Doutora Teresa Medeiros, Professora Catedrática de Psicologia e docente universitária de Psicologia do Adolescente há cerca de três décadas. A obra está organizado em seis secções integrativas. A primeira secção, intitulada “Da adolescência às adolescências possíveis”, agrega o pensamento em torno do conceito de adolescência e da pluralidade de adolescências. A segunda, sob o nome de “Políticas, interculturalidade e cidadania”, reflete sobre as políticas de juventude, a participação e os desafios da interculturalidade das nossas sociedades plurais. A terceira, “Desenvolvimento físico, corpo e imagem”, debruça-se sobre as questões da puberdade, do corpo e da sua representação, com as inerentes implicações na afirmação identitária dos adolescentes. A quarta, sob o título de “Contextos, relações e desafios”, traz à guisa da reflexão a importância das relações vinculativas e das relações interpessoais na família, na escola e com os pares, sendo estas últimas, muitas vezes, mediadas também pelo uso da internet. A quinta, “Riscos e sofrimento psicológico”, evidencia o sofrimento psicológico. Por fim, na última secção, “Da adolescência à adultez emergente”, aprofundam-se as mudanças desenvolvimentistas do final da adolescência, nomeadamente, as psicossociais e cognitivas e as transições que corporalizam nos estudantes do ensino superior, aquilo que se designa por adultez emergente, a partir do pensamento de Arnett, no dealbar do nosso século.
Trata-se de um livro científico de grande interesse para a sociedade em geral, que procura otimizar o período de desenvolvimento da adolescência e evidenciar as adolescências saudáveis e felizes, sem negar, ou esconder, perigos nas trajetórias de desenvolvimento de alguns adolescentes.
Espera-se que este livro, já na sua 2ª edição, seja um bom contributo para políticos, terapeutas, pais, professores, os técnicos que lidam com adolescentes, e estudantes do ensino superior e, desta forma, se constitua como um bom recurso para a promoção da saúde dos adolescentes do século XXI e potencie o seu desenvolvimento saudável e a sua voz, numa sociedade que se quer mais feliz.




